Uma adolescente
No corpo de uma mulher de 4.2.
Tenho tanta coisa para dizer hoje… Vou começar dizendo que tive um feriado maravilhoso. Mas preciso me antecipar e dizer que não viajei, mas que, mesmo assim, foi… maravilhoso.
Não fiquei nenhum dia em casa. Eu sei, eu sei, eu deveria ter estudado, feito as atividades que estão atrasadas… O que posso dizer em minha defesa? Vou tentar contextualizar o que vivi nesses dias, e acredito que você vai entender por que eu deveria ter saído mesmo rs.
Aceitei o convite de um amigo querido, de longa data, um presente que a dança me deu há, sei lá, 10 anos (?!). E que, vira e mexe, me socorre nos meus momentos tristes. Que alegria foi estar com ele em um momento bom.
A gente foi ver Michael. Inclusive, quando ele me fez o convite, eu pensei: “Michael Jackson?? E O Diabo Veste Prada, gente?”. Eu ainda não fui assistir O Diabo Veste Prada, e quero. Mas agora, depois que eu assisti Michael, eu digo: que ótima escolha, meu amigo! Que filme, minha gente, que filme!
Fiquei mais impressionada ainda quando descobri que o ator que fez o Michael é sobrinho dele. Agora pensa no desafio que é interpretar um artista tão completo. Foi muita dedicação e horas exaustivas de treino até que saísse aquele resultado. Muitos disseram que parece que ele encarnou o Michael, e eu faço minhas as palavras dessa gente. Eu descobri isso só depois que assisti. Estou com hiperfoco em Michael e vendo tudo que fala sobre ele rs.
Fiquei feliz de ver que um ator fez o trabalho… Hoje em dia tudo é IA, o que me deixa bem triste, muitos profissionais perdendo o seu trabalho. E, com certeza, eu não ficaria tão boquiaberta como estou se soubesse que tudo aquilo foi feito por uma máquina. Mas não estou aqui para falar do filme.
Sábado e domingo eu já tinha me programado para dançar. No sábado, depois do trabalho, fui para a aula e saí de lá para o baile.
Reunimos algumas pessoas depois da aula e fomos juntos. Tínhamos o intervalo de uma hora para chegar. Estamos em grupos que divulgam muitos bailes e aulas. Tinha tanta coisa para fazer nesses três dias que eu queria ter um clone meu para aproveitar tudo rs.
Fomos de metrô, conversando, cada um contando sobre seus trabalhos e sua história de vida. Geralmente eu sou a mais nova desses grupos que estou frequentando. Mas, às vezes, parece que é só no número mesmo. Ô povo animado, elétrico! Muitas vezes eu que não consigo acompanhar. Por exemplo, depois do baile, alguns foram para o teatro e eu voltei para casa, pois precisava dormir rs.
Adoro ter amizade com pessoas mais velhas, acho que elas sempre têm alguma coisa para nos passar. Sempre pensei assim. Acho que é porque, aos treze anos, eu já tinha vinte e, aos vinte anos, já tinha quarenta…
O baile foi delicioso. Dancei, me diverti e, ainda de quebra, encontrei um amigo que eu não via há muito tempo, acho que uns três anos, talvez. Uma pessoa que foi muito importante no início da minha dança, sei lá, 10 anos atrás. Cada um seguiu seu caminho, eu parei de dançar e fui estudar, e ele continuou. Depois disso, só tinha encontrado com ele uma vez, numa baladinha de forró.
O reencontro rendeu vários xotes coladinhos, o que chamo de “abraços dançantes”, com direito a massagens nas costas, vários abraços apertados antes e após as danças. Totalizando um saldo muito positivo.
Voltei para casa depois de uma hora e meia de baile, mais uma hora lá conversando. Cheguei em casa, tipo umas vinte horas, cansada, mas revigorada. Como eu ainda estou voltando ao meu ritmo, e eu só estou dançando mais aos finais de semana, o corpito ainda não se acostumou. Então, é normal eu voltar com algumas dores nas pernas ou nos joelhos. Mas nada me impede de ir dormir pensando em sair no dia seguinte, hehe. (Eu realmente ri com esse som “hehe”. Na escrita não rio assim. Sei lá, achei necessário pontuar o meu riso meio travesso.)
Eu estava tããããão leve, maravilhada, tããããão realizada, que em nenhum momento passou pela minha cabeça que, no dia seguinte, eu não iria repetir toda a dose.
Tomei um banho, comi e deitei para assistir. Capotei na sequência. Estava muito cansada, pois tinha dormido apenas seis horas na noite anterior, e eu preciso de oito horas de sono para me sentir bem.
No dia anterior, o dia do cinema, meu amigo e eu paramos para comer um Mac após o filme, já que tivemos um problema com o atraso no atendimento e não conseguimos comer antes. Cheguei em casa por volta das 2 horas da manhã, então fui dormir tarde e acordei às 8 h para trabalhar. Embora eu esteja agindo como uma adolescente, o corpo não é de adolescente, então meu espírito tem que acompanhar meus 4.2. Haha.
No dia seguinte, acordei, tomei um café e me arrumei para, de novo, encarar aquela minha rotina gostosa. Saí para ir para a aula, ainda sem saber o que eu ia fazer, para onde eu ia após. Eu estava totalmente dividida. Queria fazer uma aula e depois fazer a outra aula, mas também queria ir para o baile. Então pensei: “Tá, mas o baile só tem hoje e acaba, né? Foram os três dias, eu posso ir em dois, e a aula continua. Está começando hoje, então vai ter nos outros finais de semana…” Então… então nada, eu ainda não tinha me decidido. Eu queria ser duas, três, para fazer várias coisas que tinha para fazer nesse feriado.
Quando eu cheguei na aula, encontrei uma nova amiguinha, com quem eu fiz amizade logo nos primeiros dias. Ela também é superelétrica, quer fazer as coisas, ir dançar em vários lugares… Acho que me identifiquei logo de cara.
Assim que cheguei na aula no domingo, ela falou: “Ah, você vai para o baile, né?”. Eu falei: “Ah, então, eu ainda não sei, eu tô na dúvida se vou para o baile ou se vou para a aula”. Ela respondeu: “Não, hoje você vai para o baile e semana que vem você vai para a aula”. Aí eu falei: “Ah, que bom que você decidiu por mim, porque eu tava indecisa, não tinha decidido ainda, obrigada”. E ela riu.
Fizemos a aula e conseguimos “convencer”, com o mesmo discurso, mais alguns amigos para irem com a gente. Já tinha algumas pessoas que tinham falado que iam para o baile, mas, com esse discurso, conseguimos que mais pessoas fossem também. E aí, novamente, terminamos a aula e fomos para o baile.
No baile tinha alguns cavalheiros e damas que são contratados para dançar com a gente. Vou abrir um parêntese: deram uma atualizada nos termos, agora é mais comum dizer “condutores” e “conduzidas”.
Vou falar sobre um personal em específico. Eu sempre falo que detesto dizer “não tenho palavras”, mas eu não tenho palavras para descrever a delícia que foi dançar com ele. Tentei agradecê-lo, mas não sei se fui convincente em dizer o quanto amei. Possivelmente não.
Ele me fez sentir maravilhosa — já falei tantas vezes “maravilhosa” nesse texto, né? Me senti leve, realizada. Eu adoro quando consigo dançar e sair com essa sensação. Acredito que deu tudo certo com os passos, que eu não errei, que a gente fez tudo certinho, que eu entendi a condução dele. Mas, se não aconteceu isso, eu não tive a percepção de que algo estivesse errado em nenhum momento, foi extraordinário. E devo isso a ele. Adoro quando sou “tocada” pela dança. Nem sei dizer se, caso tivesse errado, isso atrapalharia. Foi tão… surreal.
Ele me conduzia de uma forma tão eficiente, tão firme e, ao mesmo tempo, tão leve, que eu cheguei em casa, fechei os olhos e tive a sensação de que tinha bailado como uma pena.
É, é essa sensação… a sensação de que eu tinha dançado como uma pena, que eu voei, flutuei… Eu acredito que já tenha me sentido assim outras vezes, pode ser um sentimento até comum, mas eu não me recordo agora. Quero nunca mais esquecer essa sensação. Espero ler esse texto outras vezes para me recordar desse momento.
Ele é tão maravilhoso — já usei maravilhoso nesse texto? —, tipo, uma energia gostosa, me pareceu uma pessoa iluminada… Não devo ser a única que pensou ou sentiu assim, tinha fila para dançar com ele.
Eu saí do lugar em que estava, já tinha olhado ele dançando e queria dançar com ele. Atravessei o salão e, quando cheguei nele, uma senhora chegou antes. Ele me viu e falou: “Nós vamos dançar, hein, nós vamos dançar”.
O DJ da festa viu a cena e chamou um outro personal para dançar comigo. Também foi uma delícia de dança.
Que domingo! Vários momentos deliciosos no meu dia. Mas ainda aconteceu um outro episódio que marcou bastante.
Quando acabou o baile, a minha nova amiguinha, a que eu falei que a gente fez amizade logo de cara, que a gente tem uma energia meio parecida, de querer viver assim e tal… A que também está “sofrendo”, porque também estuda e não está conseguindo conciliar, assim como eu, porque tem que ter tempo para estudar, mas aí a dança chama nos chama, e a gente vai rs. Ela também está dividida como eu, e a gente conversa sobre isso, sobre os nossos “problemas”, sobre ter que conciliar tudo: trabalho, curso e dança. Bom, ela rs.
Terminou o baile e ela falou: “Vamos comer, vamos comer, vamos comer?”. Eu falei: “Ah, eu tenho o meu lanchinho”. E ela foi para a fila enorme junto com alguns dos nossos amigos comprar o dela. Eu estava com um rap dez de frango e um achocolatado.
Fiquei na mesa junto com um dos amigos, guardando lugar para todos. Quando ela chegou na mesa, depois de ter feito o pedido, falou: “Pedi um vinho para você e um pão de queijo para você”, apontando para o outro amigo.
Gente, eu comecei a frequentar as aulas em fevereiro, nós nunca tivemos uma conversa mais longa, profunda, tipo conhecer o gosto uma da outra, sabe? Mas ela viu uma tatuagem no meu braço e entendeu que seria legal me oferecer um vinho. E ela nem sabe o quanto eu sou louca, viciada em vinho.
Eu achei tão incrível, ela me emocionou de verdade. Que percepção… que detalhista.
Depois disso, com a taça em mãos, fiquei mais caladinha, refletindo na mesa. Eu não quis transparecer todo o meu lado sentimental, mas aqui estou confessando. Foi de uma sutileza ela ter observado a minha tatuagem no braço… A minha tatuagem é uma taça de vinho com as palavras “Eat Pray Love”, em homenagem ao filme e livro Comer, Rezar, Amar, que eu tanto amo e digo que é o filme — e livro — da minha vida.
Eu achei aquele gesto tão delicado, tão… ai, meu Deus, de novo, não tenho palavras, mas realmente fiquei emocionada. É tão gostoso quando alguém nos enxerga, né? E não é sobre o dinheiro gasto na taça, eu o teria, mas certamente não compraria uma taça de vinho lá após o baile… Na verdade, eu nem tenho o paladar apurado para gostar de vinho seco, e era vinho seco… mas foi a atitude que me ganhou.
Quando ela me trouxe a taça de vinho e colocou na mesa, eu só soube dizer: “Que Deus abençoe grandemente a sua vida”. E engoli o choro, rs.
Eu sentada à mesa, a mesa cheia, já tinha umas seis pessoas, e cada um falando alegremente, comendo, comentando do baile e do outro grupo em que entramos agora, de teatro, todo mundo animado, eufórico… Eu parei e olhei aquela cena como se estivesse em câmera lenta.
Ai, meu Deus, eu sou muito emotiva. Parece que toda vez que escrevo eu tenho que chorar… Ok, mas agora de emoção. Eu fiquei olhando aquela cena, parecia um filme. E, no instante seguinte, pareceu que deixei de ouvir o que as pessoas estavam falando e congelei o momento.
E me perguntava: “Como é que pode? Um ano e pouquinho atrás eu estava vivendo uma vida totalmente diferente, uma vida que se baseava em ter um relacionamento em que eu não saía e, quando saía, era junto com ele. Que eu não tinha contato com os meus amigos, que eu só tinha ele, que eu não dançava, não ia ao teatro… E pior: eu não estava feliz — não estávamos felizes! —, mas permaneci lá até que as coisas chegaram onde chegaram”.
E que, há um ano, eu estava chorando desesperada, abandonada. E que passei quase um ano, no mínimo oito meses, chorando e sofrendo demais. E só quase um ano depois voltei a dançar — para ser mais exata, dez meses. E também demorei esse tempo para voltar a ver gente, a ter vida social, ter amigos, ver pessoas… E então, percebi, que embora eu quase tenha morrido, como eu estava feliz agora.
Com certeza, alguns de nós — ou todos! — estávamos com problemas, contas para pagar, coisas para fazer em casa, mas ali todo mundo vivendo o momento. Parecíamos tão presentes no agora…
Eu não sei quanto tempo exatamente fiquei parada observando a cena, mas esse filme ficou passando na minha cabeça. Como eu estava tão feliz, tão grata por aquele momento. Por estar vivendo a minha vida e estar ali, sentada, junto com os meus novos amigos da dança, fazendo as coisinhas que eu amo.
Sabe aquela parte do filme “Em Busca da Felicidade”, em que o Will Smith consegue o emprego e está lá no meio da rua, naquela multidão, e fala: “Essa pequena parte da minha vida se chama felicidade”? Tipo isso.
Não foi só uma taça de vinho… foi um brinde à vida que eu quase perdi, literalmente.
Quantas vezes eu invalidei o que eu gosto de fazer para caber num lugar que nem me fazia bem. Quantas vezes deixei de ser eu para agradar ou viver uma vida que nem fazia sentido, na esperança de um dia, de fato, viver a vida com que eu sonhei.
Já fazia muito tempo que eu não me sentia tão feliz ao extremo como me senti nesse final de semana. Que delícia estar viva, no sentido literal da palavra.
Talvez você já tenha visto aquele Reels no Instagram que alguém fala: “Ah, vai passar, toda vez que choveu, parou”. Exato, vai passar!
Tem outro também de que eu gosto que fala mais ou menos assim: “Eu vou voltar a ser divertida, agora estou passando pelo vale da sombra da morte”. Pois é, é real também. Eu voltei a ser. Voltei a me divertir, a ser leve. A pessoa que eu sou já voltou quase tudo. Um brinde!
Não é porque a pessoa sofre com depressão que ela não brinca, não ri, não se diverte, não dança, não tem uma vida social agitada, não tem amigos. Não. A gente faz tudo isso. Eu não era aquela pessoa, com aquela energia baixa, chorando, sofrendo, isolada dentro daquela casa, sem amigos, sem dançar. Não, aquela pessoa não era eu, não adianta. Essa sou eu. E, nem que eu tenha que escrever isso aqui mil vezes, nem que seja para eu mesma voltar e reler, se algum dia eu cair na besteira — porque é uma besteira querer me relacionar com alguém que queira mudar como eu sou, ou eu ter que abrir mão das coisas de que eu gosto para estar com a pessoa —, isso não pode nunca mais acontecer! Vou deixar registrado para eu voltar aqui e ler… Não dá certo, nunca deu, nem tente!
A pessoa que vive sem dança, que vive sem arte, que vive isolada, que não se diverte, não sai, não sou eu. Não sou eu! Eu vivo tudo e gosto de viver tudo com intensidade. Eu gosto de arte, eu gosto de estar em contato com a natureza, gosto de viajar, gosto de silêncio, gosto de montanha, gosto de escrever nas montanhas, gosto de praia… mas eu também gosto de sair para dançar, eu gosto de ver meus amigos, eu gosto de ir ao cinema com meus amigos. Eu não sou capaz de escolher só um tipo de vida. Ponto final. Essa sou eu por inteiro.
Nos relacionamentos, eu já deixei de ser eu, já abri mão do que eu era para poder seguir, para poder dar certo e, no final, eu sempre ficava insatisfeita, sempre ficava depressiva, cobrava e jogava na cara da pessoa, e aí ficávamos duas pessoas infelizes.
Não adianta. Lembrete para mim mesma: não adianta. Essa é você. E, se você quiser mudar, abrir mão do que você é para agradar outra pessoa, você vai conseguir por um tempo, só. Depois vai ficar infeliz de novo e vai fazer a outra pessoa infeliz também. Não tem como ser diferente. Essa é você. E você é feliz assim!
E quer saber? Eu gosto tanto de mim do jeito que eu sou, de verdade. Eu acho gostoso gostar das coisas de que eu gosto. Eu acho muito fod@ ser eu, desculpa a palavra. É isso!
Se eu pudesse dizer para a minha versão de um ano atrás, eu diria: “Querida eu de um ano atrás, sim, vai passar. Vai doer, você vai chorar como se tivesse perdido uma parte de você, um parente querido, um membro da família. Você vai chorar como se estivesse sangrando. A dor vai ser como se alguém tivesse enfiado a mão no seu peito e arrancado o seu coração fora sem anestesia. Mas vai, vai passar.
Vai demorar? Vai demorar um pouquinho, porque, dessa vez, a dor foi mais funda, porque quem sentiu não foi só você, a mulher de 42 anos, 41 anos… foi a criança que foi abandonada várias vezes. Mas vai passar mesmo assim.
E você vai ser tão feliz, muito mais feliz do que você estava. Cá entre nós, você nem estava feliz, né? Você só estava tentando ficar feliz. Manter um relacionamento por conta da sua ânsia de ter uma família, de ter uma casa, um lar, de querer, sei lá, chegar mais perto disso. Acredita em mim, você vai ficar bem. Tenha paciência.
Ahhh, se eu pudesse te abraçar, versão de 10 de abril de 2025…
Entre café e anotações ☕📜🪶
Sugestões de leitura:
Eu não pensei em um livro melhor para indicar do que As coisas que você só vê quando desacelera. Eu acredito que foi justamente isso… aquele momento em que fiquei parada olhando para a mesa.
Esse livro delicioso é do Haemin Sunim. Vira e mexe eu abro aqui para ler algumas páginas e, hoje, queria colocar algum trechinho. Abri aqui e gostei desse, que está no capítulo “Por que sou tão ocupado?”:
“Quando estivermos à vontade com nós mesmos
e nos aceitarmos por completo,
os outros vão nos considerar acessíveis
e irão gostar de nós justamente por quem somos.”
Sou afiliada e deixo o link aqui — isso significa que, se você comprar por ele, eu recebo uma pequena comissão, o que me ajuda a continuar escrevendo. 💛
Também estou com hiperfoco em “Dominguinho” de João Gomes, Mestrinho e Jota.pê e dancei várias deles nesse final de semana. Então, bora de Flor de Flamboyant.
Criei uma playlist onde reúno as canções que embalam minha escrita.
☕ Última atualização: dobrei a dose de café pra dar conta de tudo por aqui.
Ajude essa escritora a continuar escrevendo… porque, né... você já viu o preço do café? 😅
Abraço carinhoso 💛
Me levei para sair.




